Bea Palma
29 anos | brasileira
Bea Palma é artista visual, diretora de arte, diretora e poetisa.
Como diretora de arte foi selecionada para o Festival LIBFF (2025) pré classificatório ao OSCAR com o curta "Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo De Novo" (2023), selecionado para diversos festivais pelo mundo como Cuba, Índia, Itália, Austrália. Nesse mesmo ano recebeu o título de melhor curta documental do Festival Grande Otelo e venceu o melhor filme no Festival Internacional de Cinema da Fronteira com “Você” (2023), dirigido por Elisa Bessa e produzido pela Raccord Produções, vencedor também do prêmio CANAL BRASIL do Festival Curta Cinema (2024). Na publicidade, assinou a direção de arte para marcas como L'Oréal, Garnier México, Lancôme e Vogue.
Trabalhou entre novembro de 2023 e 2025 na produtora Unloop Filmes, onde dirigiu diversos projetos institucionais, incluindo o vídeo de inauguração e reabertura do Armazém Utopia (2024) e a minissérie documental sobre a Comunidade do Aço (2024).
Em 2024, codirigiu a campanha de lançamento da La Roche-Posay “Anthelios Ultracover e MelaB3”, estrelada por Preta Gil, Mariana Xavier e a dermatologista Dra. Katleen.
Em 2023, dirigiu a Preta Gil no comercial para Lancôme IDÔLE NOW e duas videoartes da artista plástica Raquel Saliba “Feminino” e “Mitos e Memórias”.
Em 2022, venceu o prêmio de Melhor Videoarte no Salão Internacional de Arte em Portugal com “À Margem do Tempo” com seu primeiro trabalho autoral. Participou também, como escultora, da exposição coletiva na Galeria Tato, em São Paulo, com curadoria de Priscila Arantes, Rejane Cintrão e Shannon Botelho. Atualmente está desenvolvendo a pesquisa "Entidade" na qual esculpe divindades inspiradas do seu próprio inconsciente.
Como escritora publicou seu primeiro livro “Fluxo” em 2023 com o lançamento do livro na Livraria Travessa (2024). Foi também selecionada para compor a coletânea anual do Festival Literário da Flip (2023), considerado um dos principais festivais literários da América Latina.
Antes disso Bea iniciou a sua carreira no Direito onde exerceu o ofício até a migração para o mercado artístico após a pandemia.
